Meu Reflexo


NOME: João Paulo (JP)
IDADE: 16
GOSTO DE: Ler,Desenhar,
Tocar,
Som Gótico,Música Classica e Metal Extremo,
ir no Cemitério,
Animais Nocturnos
Adoro garotas de pele palida e cabelos pretos
ODEIO: Som Primata,
Poser's,
Poser's Loser's,

TER QUE ANDAR QUILOMETROS!,
Paty,
Mauricinhos,
Skin Heads,Sair no Sol
Pessoas que juram ser artistas de bandas famosas
só pq usam a mesma roupa ou tem a mesma cara


BRASIL, Sudeste, SAO JOSE DOS CAMPOS, VILA MARIA, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Música, nao da conlta de ninguém
MSN - gothic_obscure@hotmail.com


Passado:

- 19/06/2005 a 25/06/2005
- 12/06/2005 a 18/06/2005
- 05/06/2005 a 11/06/2005
- 08/05/2005 a 14/05/2005
- 24/04/2005 a 30/04/2005
- 17/04/2005 a 23/04/2005
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- 23/01/2005 a 29/01/2005







Você quem Sabe:

- Sei Lá Bota 10

Leva pra frente


Almas que se foram:

Layout:





ainda não são meus poemas mas são bonitos

GRITO

Na névoa do anoitecer
As presenças da noite se aproximam...
Em sombras de vento
Em risadas ecoando entre os braços das árvores

A morte espalha o seu cheiro no ar,
E gritos;
Gritos invadem as minhas veias...
Eu, um ser frio que vive do sangue para o sangue,
Que vive da dor para a dor...

Um monstro sou;
Um monstro que chora a perda da vida
E vive do inevitável,
Por não ser a dor que causo
Nem o prazer que crio.

Nem o prazer que crio.

Na escuridão permaneço
Vivendo nesse escuro medo
Todos estão a me observar
O amor que sinto me protege por nada me amar
O medo se transforma em ódio
Para que eu descubra o que tenho que buscar...

Que mais posso esperar de tudo isso?
Das lágrimas busco o sorriso...
Do peso em meu coração busco a paz
O simples beijo que dou,
Desperta meu imortal desejo do fatal beijo dar
E nesse fim de mais uma vida
O que terei eu de amar?

placebo eu gosto

sem nada pra falar



- Postado por: JP às 21h45
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meu primeiro poste de um novo mundo

para destrair um poco

pronto

UUU

Anjos que choram

Entre quatro frias paredes
Cela solitária
Aqui apenas mais jovens corpos
Unidos não só pela dor
Mas pelo querer
Ser livre era ser morto
Viver calado
Para nós não é vida
Sobrevivência para muitos
Para os fracos
Surdo pelos gritos
Um querer de respostas
Entre a dor e o sangue
Durante choques
Por toda a fase de temporal
Aqui no céu
Que chorava por seus filhos
Mortos, esquecidos, sumidos
Durante toda a minha estada no inferno
Lutei pela vida
Não apenas por ela
Eu queria poder voar
Mas queriam cortar minhas asas
Por isso esse pássaro morreu
Como muitos
Mas a liberdade brotou por nossas mãos
No escuro jardim do Brasil
Em troca de muitas vidas
Depois da chuva vermelha
Mas há ainda hoje
Os anjos que choram
Por que as marcas são profundas
E nunca serão esquecidas

 esse so eu



- Postado por: JP às 21h28
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